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"Fábulas da Cafeteria Centelha Divina"

Além da Superfície: Escolhas, Fluxo e a Verdade que Liberta

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🌊 Hoje, às 21h — Fluxo Divino Ontem foi desabafo. Hoje é gratidão. A corrente segue, e a gente também. Vamos conversar sobre escolhas, profundidade e o que sustenta nossos passos quando ninguém está olhando. Se algo te tocou ontem, chega junto. Hoje, o coração está em paz. Glória a Deus. O resto, o fluxo ajeita.

🌱 Sementes do Bem Geladinhos Gourmet: sabor que nasce do afeto

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🌱 Sementes do Bem Geladinhos Gourmet: sabor que nasce do afeto Há dias em que a vida não pede grandes discursos, pede calor. Um calor simples, que nasce na cozinha, no gesto repetido, no cuidado silencioso de misturar ingredientes como quem organiza o próprio coração. Na Cafeteria Centelha Divina, os geladinhos não surgiram como produto, surgiram como pausa. Entre um afazer e outro, entre cansaços que ninguém vê, alguém decidiu transformar o que tinha em algo que acolhe. Leite, fruta, chocolate… e intenção. Cada sabor carrega mais do que cremosidade. Carrega presença. Carrega o instante em que se escolhe continuar, mesmo sem estar inteira. Porque às vezes é assim que a gente se cuida: criando algo fresco para atravessar o calor dos dias difíceis. Enquanto a mistura gira, a mente desacelera. Enquanto o doce toma forma, a alma encontra um respiro. E o que era só receita vira memória viva, dessas que confortam sem precisar explicar. Essa é a fábula de hoje. Não sobre vender, mas sobre tr...

Autocuidado sensorial como refúgio

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Era um dia chuvoso. O céu carregado, os trovões ao longe, e a casa cheia de pequenas urgências que nunca acabam. No meio desse turbilhão silencioso, uma garota decidiu parar por um instante. Não para alguém. Para si. Na cozinha, misturou chocolate meio amargo, 50% cacau, leite condensado e leite em pó. Mexeu devagar, até tudo virar uma pasta espessa, aveludada, intensa. Provou. E sorriu por dentro. Depois, aqueceu o leite. O vapor subiu, ocupando o ar como um abraço quente em dia frio. Quando o leite começou a ferver, ela acrescentou a pastinha, observando o chocolate se dissolver aos poucos, encorpando o líquido, transformando o simples em algo profundo. O sabor era denso, cremoso, reconfortante. Não era só uma bebida. Era pausa. Era cuidado. Era presença. Amor próprio, às vezes, não é grandioso. É silencioso. É continuar mesmo rasgada por dentro, mas escolher um gesto pequeno que aquece. É permitir que o corpo respire enquanto o mundo lá fora troveja. E naquele gole quente, entre o s...

🌸 *ENFIM… A FELICIDADE ME DESPERTOU*

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🌸 *ENFIM… A FELICIDADE ME DESPERTOU* Entrei na **Cafeteria Centelha Divina** como quem busca abrigo de uma tempestade invisível. O sino da porta soou como um pequeno feitiço, e o ar se encheu de perfumes: café moído, baunilha, chocolate derretendo. Cada aroma parecia me chamar pelo nome, como se dissesse: *fica, respira, repousa*. As luzes eram suaves, douradas, e os doces no balcão brilhavam como joias guardadas em vidro. Não eram apenas sobremesas — eram elixires, promessas de cura escondidas em açúcar e afeto. Sentei-me, e o Mestre já estava ali. Seus olhos tinham a calma de quem conhece o peso das ausências. Não perguntou nada, apenas deixou o silêncio trabalhar. Depois, com voz baixa, disse:   — “O coração não precisa se violentar tentando ser forte o tempo todo. Às vezes, basta permitir-se sentir.”   As palavras caíram dentro de mim como gotas quentes de mel. E então, sem que eu pedisse, o café chegou. A fumaça subia em espirais, como se fosse incenso. O prime...

Conforto & Companhia Fábulas da Cafeteria Centelha Divina

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Conforto & Companhia Fábulas da Cafeteria Centelha Divina Na Cafeteria Centelha Divina, havia um espaço que, embora simples, irradiava uma sensação única: Conforto & Companhia. Não era o café mais caro nem o sofá mais vistoso, mas havia algo ali que fazia cada visitante sentir-se acolhido e reconhecido. Certa manhã, um grupo de amigos entrou, cansados e carregando preocupações de dias longos. Sentaram-se juntos, compartilharam risadas, lembranças e confidências. Logo perceberam que aquele ambiente não apenas servia cafés e bolos, mas oferecia algo ainda mais valioso: presença e acolhimento. Cada gesto, cada sorriso, parecia amplificado pelo espaço ao redor, que sussurrava: "Aqui você não está sozinho." Com o passar do tempo, outros visitantes também sentiram o mesmo. Um homem que havia perdido contato com a família encontrou coragem para enviar uma mensagem de reconciliação. Uma jovem, que se sentia sozinha na cidade, conheceu alguém que se tornou um amigo verdadeiro....

O Canto Acolhedor Fábulas da Cafeteria Centelha Divina

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Fábula 3 — O Canto Acolhedor (Fábulas da Cafeteria Centelha Divina) No fundo da Cafeteria Centelha Divina havia um cantinho iluminado por um abajur de luz suave. Não era o lugar mais disputado, nem o mais vistoso, mas havia algo nele que fazia qualquer pessoa se sentir em casa. Quem se sentava ali sentia uma presença silenciosa e acolhedora. Casais conversavam sobre sonhos e medos, amigos riam enquanto compartilhavam memórias, e até aqueles que vinham sozinhos percebiam que não estavam realmente sós. Era como se o cantinho abraçasse cada pessoa, envolvendo-a em calma e tranquilidade, sem exigir nada em troca. Com o passar do tempo, o Canto Acolhedor começou a testemunhar pequenas transformações. Um estudante que se sentava ali antes de provas importantes encontrou coragem para enfrentar seus desafios. Uma senhora, que todos os dias vinha para tomar seu café, sentiu ali forças para perdoar antigas mágoas e reconciliar-se com familiares distantes. Um músico, que costumava se apresentar e...

O Descanso da Alma:Fábulas da Cafeteria Centelha Divina

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 O Descanso da Alma (Fábulas da Cafeteria Centelha Divina) Havia uma pequena cafeteria escondida entre árvores antigas, onde o tempo parecia caminhar em passos mansos. O aroma intenso do café recém-passado se misturava ao perfume delicado das flores da manhã que entravam pela janela entreaberta. Ali, entre mesas de madeira polida e cantos iluminados por abajures de luz âmbar, existia um espaço secreto chamado O Descanso da Alma . Não era apenas um canto para repousar o corpo. Era um refúgio vivo, onde até o ar parecia acolher. Quem entrava ali trazia consigo o peso dos dias turbulentos, das conversas que doíam e das escolhas que ainda não encontravam resposta. Mas, ao cruzar a soleira do Descanso da Alma, algo suave os envolvia — um sopro de calma, como se o lugar respirasse junto com quem chegava. O som era discreto: o tilintar de uma colher tocando a borda da xícara, o murmúrio de um piano distante, o vento brincando nas folhas lá fora. Cada cadeira guardava lembranças. Uma ...